O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol no estádio quando, de repente, sentiu alguém apertando-lhe o ombro.
Ele olhou para trás e viu um sujeito baixinho que lhe sorria.
Voltou-se para assistir o jogo e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e lá estava o baixinho sorrindo.
Pouco depois, outro aperto.
- Escuta aqui - gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho. - Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.
O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto.
Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuavaimpassÃvel, ele perguntou:
- Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?
E o baixinho explicou:
- É que eu sou um alienÃgena, não tenho saco, por isso não senti nada!
- Então, como vocês fazem sexo no seu planeta?
- Assim ó… - e apertou-lhe o ombro novamente.
O sujeito era apaixonado por discos voadores e seres do outro mundo. Vivia lendo tudo o que se publicava a respeito desse assunto, tanto que ficou fanático e vivia na expectativa de encontrar algum alienÃgena.
Toda a noite saÃa a rondar por lugares esmos para ver se encontrava um extraterrestre.
Certa noite, numa de suas excursões noturnas, avistou um vulto de cabeça bem grande, braços longos, pernas curtas, rentes ao chão.
Emocionado, com voz embargada, ele falou:
- Luiz Oliveira, fazendo contato!
Ao que o ser estranho respondeu:
- Severino da Silva, fazendo cocô!